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Vaticano | Dicas e roteiro de 1 dia

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Vaticano

Vaticano | Dicas e roteiro de 1 dia

Vaticano ou Cidade do Vaticano – Città del Vaticano, em italiano – é uma cidade-estado, ou seja, uma cidade que é também um país ao mesmo tempo – nesse caso, o menor do mundo! – é ocupado por muita história. Escrever sobre ele é um desafio pois, todos os lugares do país são opções ao turista e é difícil não deixar algumas atrações de fora em uma visita rápida, já que exige um certo planejamento para não contar com a sorte. Também por ser bem difícil saber, geograficamente falando, o que é o Vaticano na prática, pois é um país estranhamente dentro de uma cidade, Roma. Para dar conta de tudo o que o Vaticano tem para oferecer, você precisa de tempo. Destrinchá-lo requer pelo menos um dia, ou dois meio dias, depende de como quiser se organizar. Independente de religião, o Vaticano é visita obrigatória em um roteiro por Roma. Sendo assim, construí um roteiro de um dia que pode ser dividido em dois ou até em três na capital católica.

Vaticano, o menor país do mundo

País criado há menos de um século, o Vaticano ainda exibe toda sua pompa e opulência do tempo que era apenas um bairro da cidade de Roma. Fundada pelo cardeal Pietro Gasparri após o Tratado de Latrão, possui menos de 1.000 habitantes e está a poucos metros do Rio Tibre, próximo ao Castel Sant’Angelo, que antigamente era responsável pela principal defesa do Vaticano – hoje é a própria Itália que tem essa responsabilidade. Em suas poucas ruas, seus séculos de história se mesclam tumultuosamente com uma quantidade gigantesca de turistas. Pelo seu tamanho, é obviamente fácil de explorar à pé – única maneira, na verdade. Apesar de não ser mais a maior igreja do mundo católico, o Vaticano ainda possui a mais visitada delas.

Vaticano à noite

Dentro da cidade-estado, encontra-se a casa do Papa, a terceira maior basílica do mundo e ricos museus. É uma autocracia onde todos os poderes estão concentrados no Papa, já que é o sucessor de São Pedro. A igreja em seu nome, a Basílica de São Pedro, pode ser vista a cada curva, entre edificíos antigos.

Não perca seus detalhes, a Porta Santa e a Pietá de Michelangelo. Ainda é possível ver o túmulo de São Pedro e visitar a Capela Sistina, mas esta somente visitando os Museus Vaticanos, um dos museus mais importantes do mundo! Mesmo que não entenda ou curta arte, os museus são algo para sentir na pele a sensação única e incrível de estar lá dentro, é tudo muito lindo e mágico. Às vezes, as obras são o de menos lá.

Como organizar sua ida ao Vaticano

Para ter um bom proveito de sua visita ao Vaticano, infelizmente, é importante se organizar com um pouco com antecedência. A primeira pergunta que há de responder é se deseja ver o papa. Como ele só aparece aos domingos e quarta-feiras, há que reservar um destes dias se for o caso. A vantagem da quarta-feira é que pode dedicar somente um dia ao Vaticano, mas caso opte pelo domingo, o mais tradicional, provavelmente vai ter que dedicar pelo menos dois meio dias ao Vaticano, pois os museus só abrem um domingo ao mês, o último.

Galeria nos Museus Vaticanos
Galeria nos Museus Vaticanos

Quanto a tempo, reserve pelo menos 3h para a visita aos Museus Vaticanos se tem algum interesse por arte. Se tem muito interesse, facilmente se gasta o dobro disso lá. Se não tem, não adianta, reserve pelo menos 2h, pois o museu é bem grande, e há que atravessar grande parte dele para visitar a Capela Sistina.

Compre seus ingressos para os museus 3 meses antes, se quiser combinar a visita com algum outro tour por lá – aconselho a fazer qualquer um que dê acesso aos jardins do Vaticano, pois é lindo e rico em história! Se não quiser combinar com nada e se não for agosto, 1 a 2 meses de antecedência é suficiente para garantir um específico dia e horário. A vantagem é não encarar a fila no museu e ainda garantir o melhor horário para combinar com outras atrações.

Outra opção super interessante, mas bem mais restrita, é visitar a necrópole do Vaticano onde se encontra o túmulo de São Pedro. O problema é que tem que se solicitar o passeio por email, enviando nome das pessoas que vão fazer o tour, língua desejada e dias que vai estar pelo Vaticano, com pelo menos 3 meses de antecedência. Eles respondem rápido. Há um outro passeio vendido no site do Vaticano a uma necrópole, mas não é a mesma.

Se deseja participar de alguma audiência papal realizada às quartas-feiras, é necessário também solicitar com antecedência. A melhor forma hoje em dia é solicitar pelo site da Saint Patrick’s American Community (em inglês) com pelo menos 1 semana de antecedência. Só é necessário verificar as datas corretas no site da prefeitura da Cidade do Vaticano. Algumas audiências não requerem tíquetes, mas há que chegar com pelo menos 2h de antecedência no local.

Nossa Experiência

Viagem de Bolso no Vaticano

Nossa experiência com o Vaticano foi de ir lá quase todos os 5 dias em que estivemos em Roma. Tudo porque queríamos um pôr do sol do alto da Basílica de São Pedro.

Nossa primeira ida ao Vaticano foi para fazer o tour dos Musei Vaticani – os Museus Vaticanos – junto com os Giardini Vaticani, que são os jardins de onde o Papa vive, e a Necropoli Via Triumphalis. Foi super interessante, não nos arrependemos em nada por ter pego este tipo de visita. Toda a história dos principais locais dos jardins, da necrópole (que existia antes mesmo de Cristo) e do próprio Vaticano é contada em detalhes. Após toda a explicação, a posterior visita à Basilica di San Pietro fica muito mais rica. Há que reservar com antecedência, pois as opções já são um pouco restritas. Tivemos que reservar para um sábado de manhã.

O tour terminou na entrada dos Museus Vaticanos. Os museus são maravilhosos, provavelmente o melhor museu que já fomos em toda a nossa vida. Mesmo para quem não curte museus, é imperdível. O lugar por si só já é lindo mais. Com as obras que estão por lá e a Cappella Sistina, uma das últimas paradas dentro do museu, nem se fala. Vá, não se arrependerá nenhum pouco. De lá passamos na Piazza San Pietro, mas não entramos na basílica. Deixamos para o dia seguinte.

No dia seguinte, começamos nosso passeio chegando cedo para a basílica, a fim de visitá-la por inteira antes da bênção do papa. Decidimos ir no domingo de manhã. Seguramente é o dia mais cheio, pois é o dia que o Papa vai na sua pequena janelinha dar a benção ao seu povo – chamada de Angelus, uma antiga oração católica. Antes do Angelus, andamos bastante pela maravilhosa basílica, emocionante! Facilmente o tempo voa ali admirando tudo que há por ali.

Papa rezando o Angelus
Papa rezando o Angelus

Como chegamos umas 2h antes da bênção, deu para curtir a basílica, mas acho até que faltou um tempinho. É importante chegar antes, pois rola uma rígida inspeção de todo mundo que entra nessa área, então a fila demora um pouco a andar… antes da praça e também depois, já para entrar na basílica. E a parte da praça que tem a melhor vista do papa só é acessível depois de passar pela porta da basílica. O tempo voou! E nem parecia que tinha tanta fila assim…

A bênção é relativamente rápida. Cerca de 10 minutos antes, começa a ser preparada a janelinha do Papa – e a galera começa a se empolgar – e, às 12h, o Papa aparece pontualmente na janela. O Angelus leva alguns minutos, variando de acordo com o dia, a que vimos foi em torno de uns 10 minutos, mas foi realmente emocionante! Há pessoas do mundo inteiro na praça, com bandeiras, cantando, e esperando ansiosamente pelo Papa. Engraçado é que rolam vários alarmes falsos antes, e rola sempre o coro “Ahhh”. Saindo dali, é boa pedida subir no topo da basílica para apreciar a vista – principalmente no final do dia.

De lá, andamos pelas poucas ruas da cidade-país e seguimos para o Castel di Sant’Angello, que já é fora do Vaticano. Por séculos este pequeno forte foi o responsável pela segurança papal. Mesmo fora do Vaticano, diria que é uma atração a ser curtida quando estiver por lá, tanto pela proximidade, quanto pela conexão do castelo com o Vaticano. Há muita história, passagens secretas e caminhos que ainda conectam os dois. No final do dia, ainda voltamos à basílica na intenção de subi-la e ver o pôr do sol, mas a longa fila nos forçou a adiar os planos para outro dia. Pelo menos, andamos por dentro da basílica de novo.

Na terça-feira, voltamos pela terceira vez ao Vaticano no final do dia para tentar ver o pôr do sol de cima da basílica. Infelizmente, não conseguimos de novo, pois chegamos um pouco tarde. Enfim, ficou para a próxima!

O que fazer na Cidade do Vaticano

As seguintes atrações estão agrupadas por proximidade. Exceto pelos Jardins do Vaticano e a Necrópole do Vaticano, nenhum dos outros lugares podem faltar em nenhum roteiro!

Piazza San Pietro, Basílica di San Pietro & Necropoli Vaticana

Piazza San Pietro durante o Angelus
Piazza San Pietro durante o Angelus

A Praça de São Pedro é uma das mais lindas e maiores praças do mundo, onde cabem mais de 300 mil fiéis. Foi construída no século XVII e dá acesso as portas principais da Basílica de São Pedro. Ela foi projetada pelo arquiteto e escultor italiano Bernini – que possui obras espalhadas por toda Roma e, claro, como não podia faltar, no Vaticano. Vale muito a pena dedicar um tempo somente à praça. Uma vez nela, não deixe de conferir as imensas colunas e pilastras que a circundam e que abrigam em seu topo estátuas de santos católicos, as duas fontes no meio da praça e o obelisco de 25m de altura, trazido do Egito por Calígula quando o local ainda era um circo, antes mesmo a existência da praça. Foi neste obelisco onde São Pedro foi martirizado e, no seu topo, diz abrigar partes da cruz onde Cristo foi crucificado – colocadas ali já no século XVI.

A Basílica de São Pedro é onde o Papa celebra as liturgias mais importantes e, dentro de seu interior, está a Santa Sede, o templo religioso mais importante do catolicismo. Possui este nome em homenagem ao primeiro papa, São Pedro, que está enterrado nas catacumbas da basílica.

A atual basílica ficou pronta no século XVII, substituindo a antiga originalmente construída no século IV, sob ordem de Constantino. Ela preserva 8 colunas originais da primeira igreja. O altar permanece no mesmo local, mas a nova basílica usa uma área distinta. Em sua construção, participaram diversos arquitetos, entre os quais destacam-se Michelangelo, Bernini e Raffaelo. Sua cúpula, também obra inicial de Michelangelo, possui 136m de altura e pode ser vista de longe de várias áreas de Roma. Foi um marco da arquitetura na época. As melhores vistas da basílica e sua cúpula são dos Jardins Vaticanos e vindo pela Via della Conciliazione desde o Castelo Sant’Angelo. É sensacional vê-la crescendo a cada passo até tomar conta de todo o panorama. A cúpula, por sinal, serviu como princial inspiração e referência para o Capitólio de Washington e da Catedral de Londres. Não perca a clássica vista lá de cima, principalmente se o dia estiver bonito. Se conseguir, o pôr do sol visto de lá é maravilhoso. É pago, mas vale a pena!

Basílica di San Pietro
Basílica di San Pietro

A basílica é gigantesca e pode acomodar até 200 mil pessoas. Entrar na basílica, principalmente se for católico, é uma das coisas mais incríveis de qualquer viagem a Roma. Em seu interior, encontram-se diversas estátuas famosas como o Baldaquino de Bernini, La Pietà de Michelangelo e a estátua de bronze de São Pedro em seu trono, além do túmulo do Papa João Paulo II. E já que está aqui, visite também o Museu do Tesouro de São Pedro e a Capella dei Papi, onde estão enterrados alguns papas antigos.

Só é possível visitar o verdadeiro túmulo de São Pedro com reserva antecipada de 3 meses enviando um email com nome das pessoas que vão fazer o tour, língua desejada e dias que vai estar pelo Vaticano. Ele se encontra na Necrópole Vaticana, que se encontra embaixo da Basílica de São Pedro. É parte de uma antiga necrópole romana soterrada durante as construções da primeira igreja no local, pois o imperador Constantino queria a principal igreja católica em cima do túmulo de São Pedro, na época, o único que foi preservado. Escavações no século passado desenterraram toda a necrópole em busca do túmulo de São Pedro que acabou por ser soterrado com os anos e desuso do local, o que revelou não só o túmulo do mesmo, mas túmulos pagãos e cristãos.

Musei Vaticani & Cappella Sistina

Teto de uma das galerias dos Museus Vaticanos
Teto de uma das galerias dos Museus Vaticanos

Um dos museus mais visitados do mundo, os Museus Vaticanos reunem milhares de obras pertencentes à Igreja Católica. É na verdade um palácio que reúne diversos museus menores, mas conectados em um mesmo prédio. Assim que entrar no museu, vai ver diversas placas indicando diferentes caminhos. Se aprecia arte, não vá pelo atalho até a Capella Sistina, pegue o caminho maior.

A fila para entrar nos Museus Vaticanos é a pior fila de uma viagem a Roma. Portanto, o melhor é comprar os tíquetes pela internet. E reserve pelo menos 3 a 4 horas para os museus. Porém, se quer apreciar mesmo, é coisa de mais de 1 dia inteiro fácil. Se prepara porque a visita é um pouco cansativa, pois há muita coisa pra ver e muita, mas muita gente. E mais, os museus não abrem aos domingos, exceto no último de cada mes quando a entrada é gratuita, e em feriados internacionais e em alguns feriados católicos.

A coleção vem sendo reunida desde a doação inicial do Papa Júlio II, no século XVI. Desde então só vem aumentando até transformá-la em uma das maiores do mundo. Os museus, na ordem do percurso completo, são:

  • Museo Gregoriano Egizio – 9 salas com monumentos, artefatos e sarcófagos do Antigo Egito (século III a.C) e 1 sala com peças da Mesopotâmia, Síria e Palestina.
  • Museo Pio Clementino – 54 salas de obras gregas e romanas. Destaque para a escultura de Canova “Perseu com a cabeça da Medusa”.
  • Museo Gregoriano Etrusco – 22 salas de cerâmica, bronze, prata e ouro da civilização etrusca (séculos IX ao I a.C.), vasos italiotas e  afrescos italianos.
  • Museo Chiaramonti – mil obras, desde estátuas a frisos e sarcófagos.
  • Sala della Biga – estátuas e a monumental biga em mármore do século I.
  • Galleria degli Arazzi – tapetes flamencos do século XVI;
  • Galleria delle Carte Geografiche – 40 mapas gigantescos pintados em afrescos no século XVI.
  • Appartamento di San Pio V – tapetes flamencos dos séculos XV e XVI, cerâmicas e mosaicos medievais em miniatura;
  • Sala dell’Immacolata – telas italianas do século XIX;
  • Stanze di Raffaello – 4 salas decorada pelo próprio e seus dicípulos.
  • Collezione d’Arte Contemporanea (Appartamento Borgia) – mais de 600 esculturas, pinturas e gravuras, com destaque para obras de Chagall, Gauguin, Kandinsky e Klee.
  • Sala delle Nozze Aldobrandine – sala com os afrescos de Reni com histórias de Sansão.
  • Pinacoteca – 18 salas que exibem pinturas desde a Idade Média até o século XIX. Destaque para obras de Botticelli, Caravaggio, Da Vinci, Fra Angelico, Raffaello, Ticiano e Veronese, entre outros mestres.
  • Museo Missionario Etnologico – contendo mais de 80 mil obras de arte de todas as missões católicas Ásia, África e América.
  • Museo Storico (Padiglione delle Carrozze) – carruagens, cadeiras de montar,retratos papais, automóveis e inclusive a primeira locomotora da Cidade do Vaticano.
  • Museo Pio Cristiano – coleção de sarcófagos e estatuária paleocristãos (século VI) e epígrafes e lápides hebreus.
  • Museo Gregoriano Profano – estátuas, baixos-relevos e mosaicos da era romana (séculos I a III d.C).
Baco
Baco

Além destas galerias, salas e museus, e outras menores não listadas, há quatro capelas durante o percurso que exibem afrescos e pinturas históricas como a Cappella di San Pietro Martire, a Cappella Niccolina, a Cappella di Urbano VIII e, provavelmente a capela mais famosa do mundo, a Cappella Sistina.

A Capela Sistina é a obra-prima de Michelangelo, um dos maiores tesouros do Vaticano. Além de toda a arte do lugar, ainda hoje é usada para a seleção e coroação dos papas. Foi construída no século XV e sua arquitetura é inspirada no templo original de Salomão, mas só recebeu a pintura presente nos dias de hoje no século posterior. Possui obras – além Michelangelo, claro – de Botticelli, Perugino e Rafael, entre outros.

Todos os afrescos do teto são obra de Michelangelo, com destaque para as nove histórias do Gênesis no centro. A principal e mais conhecida, a Criação de Adão, está exatamente no centro da abóbada. Sobre o altar maior, está outra obra-prima de Michelangelo, o Juízo Final. O mais curioso é que suas obras mais famosas presentes aqui na capela, as fez contrariado por se achar muito mais um escultor do que um pintor.

Giardini Vaticani

Parte dos Giardini Vaticani
Parte dos Giardini Vaticani

Junto com o tíquete dos Museus Vaticanos é possível adquirir também a entrada para a visita guiada pelos Jardins do Vaticano, caso o Papa não possua um compromisso nos jardins. O lugar é lindo, com muita natureza – flores, gramados e até uma pequena floresta – e espiritualidade, sensacional. Cada canto é rico de detalhes. Se quiser saber mais sobre o Vaticano, o passeio é essencial. Dos jardins também se tem uma das mais belas vistas da cúpula da basílica.

Os jardins ocupam grande parte da Colina do Vaticano e vêm sido mantidos no projeto paisagístico original do arquiteto Bramante (com pequenas adições) desde o século XVI. Curiosidade: parte do solo dos jardins é de terra originalmente trazida do Monte Calvário, onde foi crucificado Jesus Cristo.

Quando ir ao Vaticano

O Vaticano pode ser visitado em qualquer época do ano, mas agosto costuma ser um pouco mais tumultuado, pois nao há ingressos para ver o Papa às quartas-feiras, as visitas se tornam por ordem de chegada e ficam lotadas. Para os Museus Vaticanos e para a Basílica, as filas sao enormes nessa época e, para garantir ingressos onlines, tem que se comprar com um pouco mais de antecedencia do que em outros meses.

Como chegar e sair do Vaticano

A única maneira de entrar e sair do Vaticano é por meio de Roma.

Por terra, as opções mais populares a Roma são:

  • Florença – a 2,5 horas de trem ou 4 horas de ônibus por 20€;
  • Zurique, na Suíça – a 8 horas de trem por 80€ (via Como e Milão);
  • Salzburgo, na Áustria – a 9,5 horas de trem por 50€ (via Veneza).

Por ar, há voos diretos para Roma desde as principais cidades europeias. Entre aqueles que não fazem fronteira, você pode encontrar bons preços de:

  • Bucareste, na Romênia; Valletta, em Malta; Budapeste, na Hungria; Atenas, na Grécia; Berlim, na Alemanha; Bruxelas, na Bélgica; Madri, na Espanha; Copenhague, na Dinamarca; Londres e Edimburgo, no Reino Unido; e Lisboa e Porto, em Portugal, a partir de 10€;
  • Praga, na República Tcheca, e Paris, na França, a partir de 15€;
  • Cracóvia, na Polônia, a partir de 20€;
  • Lviv, na Ucrânia, a partir de 30€;
  • Amsterdã, na Holanda, a partir de 45€.

Por água, existem apenas linhas regulares de balsa para a Sardenha e a Sicília, além daquelas para a Espanha:

  • Palermo – 13,5 horas de balsa por 45€;
  • Sardenha – 7 horas de balsa por 50€;
  • Barcelona, na Espanha – viagem de balsa de 20 horas por 60€.

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