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Basileia | Dicas e roteiro de 1 dia

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Old town of Basel with Munster cathedral facing the Rhine river, by Matheus Swanson, Flickr Old town of Basel with Munster cathedral facing the Rhine river, by Matheus Swanson, Flickr Basileia Dicas e roteiro de 1 dia
Old town of Basel with Munster cathedral facing the Rhine river, by Matheus Swanson, Flickr

Basileia | Dicas e roteiro de 1 dia

Foto de capa: Old town of Basel with Munster cathedral facing the Rhine river por Matheus Swanson

Basileia – ou Basel, em alemão como é mais conhecida – é uma cidade suíça encantadora cortada pelo rio Reno, na fronteira com França e Alemanha. Conhecida como a capital cultural da Suíça por ter a maior quantidade de museus por metro quadrado, Basileia tem também um interessante centro histórico e mirantes pelas margens do rio, que permitem ver belas paisagens que mesclam seus prédios de arquitetura antiga com as águas do rio. É a terceira maior cidade do país, mas sua pequena cidade antiga – Altstadt – permite que seja conhecida perfeitamente em um dia, caso não se queira dedicar muito tempo aos museus. Estivemos lá por um dia e montei um roteirinho bacana de um dia pra vocês!

Basileia, a capital cultural da Suíça

Basileia surgiu e se desenvolveu como um importante centro comercial e ponto de parada estratégico para os navegantes do Rhein – o Rio Reno. Fez parte do Império Romano com o nome de Basilia e, por muito tempo, possuiu a única passagem terrestre entre a região do Bodensee – Lago de Constança – e o distante mar, na França. Atualmente, é um grande centro das indústrias química e farmacêutica, com sede das mais renomadas empresas desses campos como Novartis, Roche, Bayer e Merz, entre outras.

Basileia se orgulha de ter o maior museu da Suíça que foi também o primeiro do mundo a ser acessível ao público geral, ainda no século XVII – o Kunstmuseum. Deles também veio a primeira universidade do país, a Universität Basel e, atualmente, possuem o edifício mais alto do país, a Roche-Turm, um arranha-céu de design moderno de 178m de altura. Para fechar o tema sobre orgulho, Basileia possui a décima melhor qualidade de vida do mundo, segundo pesquisa da Mercer. Isso se nota facilmente ao andar pela cidade – muito limpa, organizada, segura, com bons restaurantes e excelente transporte público.

Curioso fato sobre a região é que 1% dos moradores possuem o idioma romanche como língua materna e este está em vias de extinção! É cada vez menor o número de suíços que habitam a cidade. A maioria dos imigrantes residentes vem da Alemanha (8%) e da Itália (4%). Turcos somam-se 3% da população, fazendo com que o idioma seja a língua não oficial mais falada.

Basler Fasnacht 2015, by Christian (arianta), Flickr

Basileia leva a fama de ter o melhor carnaval da Suíça!

Basler Fasnacht 2015 por Christian

Basileia também leva a fama de ter o melhor carnaval da Suíça que eles chamam de Basler Fasnacht. As celebrações começam às 4h da manhã de segunda-feira e duram 72h consecutivas. Loucura! Não posso confirmar se é o mais animado, mas com certeza é bem divertido e diferente do que costumamos ver por aí. Estivemos por lá na sexta-feira seguinte à terça-feira de carnaval, pouco antes das 5h da manhã e ainda havia festa pela cidade. Na verdade, estavam rolando festas de rua todos os dias até o sábado. Eles possuem uma estranha tradição de desfilar pelas ruas com umas máscaras gigantes de seres fantásticos e TODAS as lojas na cidade as exibiam como decoração nas vitrines. Se estiver pela Suíça no carnaval, definitivamente vale a pena visitar a cidade nessa época!

E não só de cultura, química e farmácia que vive a Basileia. Caso curta esportes, assistir a um jogo de futebol do FC Basel pode ser uma boa pedida. O time, localmente chamado de RotBlau (vermelho-azul), é historicamente o segundo maior campeão do campeonato suíço. Ganhou 8 dos últimos 10 campeonatos, além de ser participante frequente na Liga dos Campeões da UEFA. O estádio é o maior do país e considerado como um dos melhores da Europa. Além de futebol, um ilustre filho da cidade é Roger Federer, um dos maiores tenistas da atualidade. É possível assistir jogos-treino dele por lá.

Visitar Basileia numa primeira viagem à Suíça?

Quase todo mundo que vai à Suíça pela primeira vez costuma ignorar Basileia. Dizem que não tem a história de Berna, a cosmopolidade de Zurique e nem o charme dos Alpes da região de Zermatt. De fato, a capital do cantão suíço que leva seu próprio nome não é para ser comparada, mas justificada.

Vista da cidade antiga de Basel
Vista da cidade antiga de Basel

Basileia é uma daquelas cidades charmosas com casas cenográficas, ponte histórica e igrejas medievais, com um conjunto arquitetônico antigo misturado com o moderno às margens de um famoso rio e mais uma série de coisas que definitivamente justificam pelo menos uma escapada de um dia. Pode ser uma parada estratégica entre França e Suíça, Alemanha e Suíça ou um bate e volta a partir de Zurique, a uma distância de apenas 1h. A cidade é amplamente acessível de trem, ônibus, avião e até barco. Pequenina, é muito fácil de explorar caminhando. Ou seja, se planeja uma viagem de mais de 5 dias pela Suíça ou de 3 em Zurique, Basileia é a escolha mais adequada!

E foi exatamente o que fizemos – passamos o dia inteiro por ali, no nosso caminho entre Innsbruck e Barcelona, para onde pegaríamos um voo. Por isso a passagem foi rápida, de apenas 12h. Curiosamente Basileia foi a nossa primeira parada na Suíça. Já havíamos planejado algumas idas à Suíça, mas sempre acabamos desistindo no último momento – e sempre devido ao preço! Qualquer guia alerta – Suíça é um dos países mais caros da Europa. E é mesmo, sentimos logo a diferença tomando café da manhã na Bahnhof Basel – a estação central de trem da cidade.

Nossa experiência

Viagem de Bolso em Basel

Chegamos em Basileia numa manhã fria de sexta-feira. Era fevereiro e fazia um frio de -1°C, mas o tempo estava estável. As ruas estavam em final de festa de carnaval, com confetes e algumas garrafas pelas ruas, casais se curtindo e alguns bêbados sendo auxiliados por amigos. Não demorou muito para que estes começassem a ser substituídos por pessoas com ternos, casacos e sobretudos de frio a caminho de mais um dia de trabalho.

Como ainda estava amanhecendo na cidade e tudo ainda estava fechado, saímos da estação de trem e decidimos explorar primeiro um dos mirantes centrais da cidade que fica atrás da catedral – a Basler Münster. É uma linda vista que, mesmo com frio e sem sol, nos entreteu por bons minutos. De lá se vê a ponte principal Mittlere Brücke sobre o rio que corta a cidade e alguns prédios históricos que embelezam a paisagem. Vale a pena deixar para vir aqui no comecinho ou no final do dia para pegar uma iluminação bacana da paisagem. Aproveitamos para conhecer a catedral vermelha de arquitetura românica que é bem bonita por fora. Uma outra vista clássica da cidade pode ser obtida subindo a torre da catedral. Infelizmente não subimos devido ao tempo nublado.

Depois, seguimos em direção à Rathaus – a prefeitura da cidade, na Marktplatz. A casa vermelha possui mais de 500 anos e é um dos cartões-postais da cidade. Entramos rapidamente para apreciar seu hall interno que é bem bonito. Não se paga nada para entrar. Já a praça é bem curiosa, pois é super larga e estreita, bem diferente de qualquer outra praça principal de outras antigas cidades europeias.

Viagem de Bolso na Rathaus de Basel

Curtimos um pouco a feirinha da praça e continuamos a percorrer a cidade antiga observando os belos prédios coloridos e detalhes das ruas, e logo estávamos na ponte Mittlere Brücke, a primeira estrutura de ponte a cruzar o Rio Reno. Cruzamos até o outro lado da cidade onde andamos um pouco pela margem do rio, percorrendo o Unterer Rheinweg, o calçadão na margem do rio. É interessante, pois o panorama muda um pouco avistando-se a cidade antiga. Pode-se cruzar o rio também pegando um dos pequenos barcos ou ferry-boats que fazem a travessia. Em um dia de sol, deve ser bem agradável.

Depois dali, decidimos cruzar novamente o centro pela Freie Straße, a rua mais agitada do centrinho. É onde estão os principais estabelecimentos e lojas desta área da cidade. De lá seguimos até o excelente Kuntsmuseum. A área em volta do museu também é bacana, com alguns restaurantes e grandes lojas. Os prédios são mais modernos e contemporâneos nesta zona. Reserve tempo de sobra para esse museu, vale muito a pena.

Resolvemos enfim escolher um lugar agradável para tomar um brunch suíço e achamos uma pequena casa de bagels, a La Manufacture. Deve ter sido o bagel mais caro que comemos na vida, mas era delicioso, além da vibe do local que era bem bacana, inclusive o dono – e também atendente do lugar – que falava (e queria praticar) espanhol, o que ajudou bastante a perguntar sobre as especialidades da casa. O restaurante fica na mesma praça que a fonte Fasnacht-Sbrunnen que, por sinal, é animal! Ainda mais com parte das esculturas congeladas, foi de uma beleza ímpar.

Depois do brunch, investimos um tempinho em conhecer alguns cantos da cidade, como a Barfüsserplatz e o Spalentor. Ambas as regiões são bem movimentadas, pois há muito comércio e escritórios. Foi um dia bem agradável, muito mais do que imaginávamos. A cidade nos surpreendeu positivamente!

O que fazer em Basileia

As seguintes atrações estão em ordem de proximidade a partir da estação central de trens de Basel. Os locais marcados com ★ são os locais de destaque na cidade que não podem faltar em nenhum roteiro! Há um mapa logo após a última recomendação que ilustra o roteiro e pode ser salvo para seu Google Maps.

Fasnacht-Sbrunnen, S AM e Spielzeug Welten

Saindo da Bahnhof, uma primeira parada natural no começo da cidade antiga é a Fasnacht-Sbrunnen, uma charmosa fonte de funcionamento bem curioso construída por Jean Tinguely, um escultor suíço e um dos fundadores do movimento artístico novo realismo, que transforma em arte materiais e elementos da realidade cotidiana. A obra, também conhecida como Tinguely Fountain e Fontaine de Carnaval, foi construída com peças do antigo teatro que ainda se localiza na praça, mas completamente reformado, e é uma união de 10 esculturas que funcionam em sincronia, como se dialoguassem entre si. Como estivemos lá no inverno, podemos ver ela ainda mais bela, misturando gelo com água. Além de hospedar a fonte e o principal teatro da cidade, a praça é um grande ponto de encontro na cidade, onde há manifestaçōes, comemorações e onde todos se reunem para bater papo.

Na praça, próximo à fonte, está o Museu da Arquitetura Suíça que conta a história da arquitetura no país e é focado em estabelecer um diálogo com a sociedade sobre a arquitetura contemporânea. Como a Basileia é tida como a referência em arquitetura na Suíça, não havia melhor local para o ser hospedado do que nesta cidade.

O Spielzeug Welten – Mundo dos Brinquedos, em português – é o museu com a maior coleção de ursos de pelúcia do mundo. Porém, eles têm muito mais, como coleções de carrosséis, diversas miniaturas, bonecas e casas de bonecas antigas, entre outros artefatos. Fica na esquina da praça.

Antikenmuseum Basel

O Antikenmuseum possui o maior acervo de peças egípcias, gregas e romanas do país. A entrada é gratuita todas as quinta e sexta-feiras a partir das 17h, quando fica aberto até às 22h.

Kunstmuseum ★

Kunstmuseum Basel, by Julian Salinas
Kunstmuseum Basel por Julian Salinas

O Kunstmuseum – Museu das Belas Artes – é o museu mais antigo do país e é considerado um dos melhores do mundo! Lá estão pinturas datadas desde o século XV até os dias de hoje. Entre os destaques do museu, estão obras famosas de Cézanne, Dürer, Kandinsky, Klee, Mondrian, Monet e Van Gogh, entre muitos outros. Se quiser conhecer todas as principais obras do museu, guarde meio dia para ele. A entrada é gratuita para a exibição fixa todos os dias a partir das 17h, exceto quarta-feira e domingo (somente no primeiro do mês) – segunda-feira não abre.

Basler Münster, Müsterplatz e Pfalz ★

Basel Münster

A Basler Münster – Catedral de Basel -, de estilo românico, é um dos símbolos da cidade, sendo a terceira versão da igreja, finalizada no século XVI. Num dia bonito, vale a pena subir uma de suas torres e ter uma bela vista da cidade. Está localizada numa linda praça que leva seu nome – a Müsterplatz. Sempre muito movimentada, abriga eventos durante todo o ano, ou seja, possivelmente vai encontrar algum agito por aqui quando visitar a catedral.

Nos fundos da catedral há um mirante conhecido como Pfalz, que possui uma das mais belas vistas da cidade. De lá é possível avistar várias áreas da cidade nas margens do Rio Reno, e possivelmente até a Floresta Negra, na Alemanha, se o tempo permitir. Daqui, uma pequena escada leva até às margens do rio, que pode ser atravessado de barco.

Barfüsserplatz e HMB

A charmosa praça tem esse nome devido aos franciscanos de pés de descalços – Barfüsser – e é cercada por edifícios de arquitetura dos séculos XIX e XX. Normalmente a praça é bem movimentada e abriga eventos abertos ao público.

Ainda na praça, dentro de uma igreja antiga – a Barfüsserkirche -, funciona o Museu Histórico de Basel que conta toda a história da cidade desde seus tempos celtas.

Freie Straße ★

A Freie Straße – ou Rua do Comércio – é a rua mais popular da cidade antiga. É aqui onde turistas e locais se encontram a fazer compras.

Hotel Der Teufelhof

O Hotel Der Teufelhof é um dos hoteis clássicos da cidade por dois motivos – pela escultura do equilibrista em seu telhado e por funcionar como uma pequena galeria de arte e teatro. Além disso, possui um restaurante estrela Michelin. Se quiser ficar por lá uma noite, as diárias giram em torno de 185 CHF para duas pessoas.

Spalentor

Spalentor é um dos antigos portais da muralha que envolvia a cidade, um dos três que ainda restam em pé. Era a porta de entrada para a cidade antiga vindo da França.

Marktplatz e Rathaus ★

Rathaus

A Marktplatz – Praça do Mercado – abriga um histórico mercado a céu aberto, além do prédio da prefeitura. A praça é um bom lugar pra beliscar algum quitute da cidade ou comprar uns doces mässmogge, no outono. O mercado só não funciona aos domingos e é no outono quando traz mais variedades. Do final de novembro ao Natal, vira um charmoso mercado de Natal.

O grande e belo edifício vermelho na praça – a Roothuus (casa vermelha) no dialeto local – é a prefeitura da cidade. O prédio é todo em estilo art nouveau e possui uma área interna aberta à visitação gratuita, onde se encontra uma clássica estátua de Munatius Plancus, o fundador romano da cidade. É possível ainda subir sua torre para ter uma vista do alto da cidade antiga. Foi a construção que mais nos marcou ao visitar a cidade, não pode faltar em nenhum roteiro!

Mittlere Brücke e o Rhein ★

Mittlere Brücke e o Rhein

A Mittlere Brücke – ou Ponte do Meio – é a ponte mais antiga a cruzar o Rio Reno, tendo sido inaugurada no século XIII. É o principal ponto de travessia entre os dois lados da cidade. Por sinal, o Rio Reno que nasce na Suíça e deságua na Holanda, por muito tempo marcou a fronteira norte do Império Romano e atualmente divide as fronteiras entre Suíça, Liechenstein, Alemanha e França. É um dos charmes da cidade. Se tive rum tempinho em um dia de sol, faça a descida do Reno com um ferry-boat, atravessando as cinco pontes da cidade, ou atravesse de uma margem à outra em um dos pequenos barcos que fazem a travessia.

Unterer Rheinweg

Avenida que margeia o Rio Reno e de onde se pode apreciar a vista do outro lado da cidade. Pode-se chegar a ela atravessando a Mittlere Brücke ou o rio – no verão, tem gente atravessando a nado!

Fondation Beyeller

A Fundação Beyeler fica um pouco fora da região turística da cidade, mas mesmo assim é um dos museus mais visitados do país. O museu exibe a coleção de arte contemporânea do fundador de um dos principais eventos de arte da atualidade, o Art Basel. Possuem em sua coleção fixa pinturas renomadas de Chagall, Degas, Klee, Matisse, Miró, Mondrian, Picasso e Van Gogh, entre outros. Porém, o museu por si só já é uma atração a parte, pois é uma bela obra arquitetônica do renomado arquiteto italiano Renzo Piano, que construiu aqui um espaço que transmite modernidade e tranquilidade. Abre todos os dias do ano e os ingressos possuem preços reduzidos às segundas e quartas-feira. Comprando online, pode ser combinado com o tíquete da linha de bonde que vai até lá.

Vitra Design Museum

O Vitra Design Museum fica, na verdade, na cidade alemã fronteiriça da Basileia, Weil am Rhein. É um museu essencial para quem curte arquitetura e design. Exibe em sua coleção inúmeros móveis e objetos de decoração que fazem parte do nosso dia a dia, contando toda a história de como surgiu cada uma das peças originais. Entre as mais famosas, detaque para projetos dos designers basileienses Jacques Herzog e Pierre de Meuron, da iraquiana Zaha Hadid, do japonês Tadao Ando e do americano mundialmente conhecido Frank Gehry, incluindo algumas de suas famosas cadeiras. O museu fica aberto todos os dias do ano.

Onde comer

Além de bons restaurantes, a Basileia possui duas pequenas curiosas especialidades quando se fala em doces. Um é o Basler Läckerli – delícia da Basileia -, uma espécie de biscoito de gengibre feito com mel, especiarias, fruta cristalizada e amêndoas entre outros ingredientes. O mais conhecido produzido na cidade é o da loja Läckerli Huus, então não deixe de conferir esse docinho!

A outra especialidade é um doce de outono. A estação chega com diversas novidades nos mercados e feiras locais, e uma delas é esse doce, o mässmogge. São bombons de açúcar recheados com praliné de avelãs.

E, claro, é quase mandatório guardar um tempinho também para curtir os cafés da cidade na margem do rio. Não deixe de investir um tempinho nisso!

1777 – Um pouco escondido, mas bem no centro da Basileia está o 1777 Kaffee Restaurant Bar, um restaurante-café-bar com uma boa atmosfera retrô. Possuem excelentes opções de café e chá gelados acompanhados de uma torta de chocolate, saladas e sanduíches (vale a pena tentar o famoso 1777) durante o dia, e uma pequena variedade de pratos com carne à noite para um jantar a luz de velas na calçada. Opções de 10 a 25 CHF.

La Manufacture – O pequeno bistrô La Manufacture fica em frente à fonte Fasnacht-Sbrunnen, do Jean Tinguely, e é super aconchegante. Especializado em hambúrgueres, bagels e sanduíches, é uma excelente opção para um brunch ou lanche. Opçōes de 5 a 20 CHF.

Manger & Boir – O Manger & Boir é uma boa opção para comida mais caseira. Os ravioli são super recomendados. Pratos variam entre 10 e 20 CHF.

Manora – O restaurante Manora faz parte de uma rede suíça de restaurantes e é especializado em comidas sazonais, ou seja, a cada nova estação, o menu muda para fazer melhor proveito dos produtos que ficam em alta naquela estação e comprados no raio máximo de 30km do restaurante. É uma boa opção para todas as refeições do dia. Pratos ficam em torno de 15 CHF.

Ufer 7 – O Ufer 7 Basel fica na beira do Rio do Reno, próximo à Mittlere Brücke. É um bom lugar para jantar um prato bem trabalhado ou para uma parada durante o dia para apreciar um bom vinho, uma cerveja local (prove a Heller Bengel, da Stadtmauerbrauer, é uma excelente hell suíça) ou um drink, ou até mesmo um bom café com uma bela vista da cidade. Boa seleção de hambúrgueres. Pratos variam entre 15 e 25 CHF. Recomenda-se reservar.

Volkshaus – A brasserie-bar-biergarten Volkshaus Basel na verdade fica dentro de um pequeno complexo com salão de concertos, salão de festas, galeria de arte, biergarten, bar e brasserie. Foi projetada pelos basileienses Jacques Herzog e Pierre de Meuron que traz um toque de cervejaria refinada ao local, combinando tradição e modernidade. A brasserie serve desde sanduíches e comidas simples a refinados pratos. O bar possui música ao vivo à noite e o biergarten une os gostos dos dois ambientes, criando um ambiente bem romântico à noite. O tartare de atum com abacate e aioli é um dos pratos mais pedidos. Preços de 15 a 55 CHF.

Quando ir a Basileia

A cidade fica especialmente mais encantadora na primavera e no verão, com belos panoramas da cidade com o Rio Reno. As cores dos antigos prédios da cidade também ganham mais vida nessa época. Porém, também é uma opção para tempos mais fechados, pois possui muitas atividades em ambientes internos. Portanto, qualquer dia do ano é uma boa.

Se pretende ir no inverno à Basileia, ir no Carnaval para curtir o Fasnacht pode ser uma boa. É o melhor lugar para se estar nessa época na Suíça, caso não esteja curtindo algum esporte de inverno.

Weihnachtsmarkt by Dingsdale, Flickr
Weihnachtsmarkt por Dingsdale

Caso opte ir no outono, os mercados de Natal da Basileia – Weihnachtsmarkt – também são um dos mais conhecidos na Suíça. Normalmente começa no penúltimo fim de semana de novembro e vai até a véspera de Natal. A população toda se reúne nos mercados junto com inúmeros turistas para beber muito glühwein (vinho quente) e diversos tipos de punsch (diferentes tipos de bebidas alcólicas e não alcólicas misturada com frutas e temperos, servidos quente), e comer comidas típicas de Natal. E a cidade fica linda, toda iluminada e bem decorada.

Outro festival na cidade é o Art Basel, o maior evento de arte contemporânea do mundo que acontece todo ano na cidade por uma semana. O evento acontece normalmente em alguma semana de junho, no final da primavera. A cidade fica tomada por diversos eventos de arte, com exposições em inúmeras galerias e museus, assim como exposições públicas. Normalmente são exibidas obras de mais 4.000 artistas de diversas partes do mundo.

Como chegar e sair da Basileia

Por terra, as opções mais populares são:

  • Zurique – a 1h de viagem de trem por 30 CHF e 2h de ônibus por 5 CHF;
  • Estugarda, na Alemanha – a 3h de viagem de trem por 50 CHF e 4h de ônibus por 10 CHF;
  • Paris, na França – a 3h de viagem de trem por 85 CHF e 8h de ônibus por 25 CHF;
  • Cidade de Luxemburgo, em Luxemburgo – a 5h de viagem de trem, por 50 CHF, ou de ônibus, por 10 CHF;
  • Munique, na Alemanha – a 5h de viagem de trem, por 90 CHF (via Estugarda), ou de ônibus, por 15 CHF (via Zurique);
  • Tours, na França – a 6h de viagem de trem por 90 CHF (via Paris) e 11h de ônibus por 25 CHF (via Paris);
  • Bruxelas, na Bélgica – a 6h de viagem de trem por 120 CHF (via Colônia) e 9h de ônibus por 25 CHF (via Cidade de Luxemburgo);
  • Salzburgo, na Áustria – a 6h30 de viagem de trem por 95 CHF (via Vaduz e Zurique) e 8h de ônibus por 25 CHF (via Munique e Zurique);
  • Veneza, na Itália – a 7h30 de viagem de trem por 50 CHF (via Berna) e 9h de ônibus por 25 CHF.

Por ar, há voos diretos para as principais cidades europeias. Das que não fazem fronteira, pode-se encontrar bons preços para:

Por água, há apenas linhas regulares de barcos para as cidades mais próximas da Basileia pelo Rio Reno.

Onde se hospedar

Como as atrações turísticas da cidade se concentram na cidade antiga, o ideal é se hospedar dentro desta área em Altstadt Grossbasel, Altstadt Kleinbasel e Vorstädte, ou próximo a ela, nos bairros Gundeldingen, Am Ring, Matthäus, Clara e Gellert.

Hotel Stay at SBB

A nossa dica de hotel vai para o Hyve Boutique Hotel Basel City, que fica em Gundeldingen, bem próximo à estação central de trens e a uma curta caminhada de 15 min das atrações turísticas da cidade. Normalmente os hotéis na Suíça presenteiam seus hóspedes com um Mobility Ticket da cidade, dando acesso a toda a rede de transportes públicos durante os dias em que estiver hospedado. A boa notícia é que o Stay também oferece essa opção a seus hóspedes.

O hotel possui quartos simples, porém bem organizados. A equipe do hotel também é super receptiva e, se optar pelo café da manhã, possui um ótilo café da manhã continental. Diárias para duas pessoas com banheiro privativo custa a partir de 85 CHF.

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